Cubo Mágico

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Archive for the ‘Curiosidades’ Category

Os festejos pelo Alto Verão

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Estou atrasado pra falar de Carnaval, mas quem é que se importa com o agenda-setting fora jornalistinhas? “Descobri” uma coisa neste ano que me fez ter outra compreensão sobre os festejos e algum mau humor sobre o que os homens fizeram com a natureza da coisa.

Alguns conceitos antes. Sabem o símbolo Yin/Yang? De acordo com a crença da maioria das culturas orientais, representam o dia e a noite. O homem e a mulher. O quente e o frio. Todas as oposições naturais sobre que se deita nossa existência. Até aqui tudo bem.

As estações do ano se dividem em quatro, duas Yin (Outono e Inverno, mais frias, fechadas, escuras, femininas) e duas Yang (Primavera e Verão, mais quentes, abertas, claras, masculinas). São um dia elevado a um ano, como se à noite vivêssemos o inverno e, de dia, o verão. Tudo bem até aqui também.

Por conhecer essa natureza humana dúbia — veja a teoria dos chakras e o kundalini hindus, a mescla do que há de masculino e feminino nas pessoas passando do mais terreno dos pontos do corpo, o púbis (ou mulabhanda), até o contato com o divino, pelo cérebro (o nirvana) —, os orientais celebram ritualmente a passagem entre o Yin e o Yang, que aliás é uma das cenas mais bonitas da história do design (sim, isso é design). Veja no vídeo abaixo.

Uma desses rituais está relacionado à chegado do que os orientais chamam de a “5ª estação do ano”, o Alto Verão, cujo ponto mais alto é março. Daí as chuvas, daí a libido aflorada, daí o extremo calor, daí a natureza agitada, as nuvens que não param no céu, a conjunção de sentimentos que unem o masculino e o feminino, o quente e o frio, etc. É o Alto Verão. É a natureza celebrando a passagem entre fases. E daí vem a “festa do Alto Verão”. Na nossa cultura, o Carnaval. É a festa coletiva, de relação, de celebração do contato corpóreo, quando estamos alinhados com a natureza Yang da época do ano. É o agradecimento pelo Verão e a chegada do Inverno, quando todo mundo estará em casa, mais fechado, mais frio, mais voltado a questões interiores.

Lindo, não?

E trabalhamos tanto (com que finalidade mesmo?) que não percebemos as nuvens dando tchau para o Alto Verão. Preferimos saber qual a celebridade do ano e colocamos nariz de palhaço para uma picuinha qualquer entre escolas de samba. Quem ganha com tudo isso?

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PS: veja o que faz nossa revolucionária cultura capitalista yuppie pop pós-moderna: Alto Verão é uma marca de roupas e Yin/Yang é um desenho animado…

Escrito por Lucas Pretti

Março 2, 2009 em 2:56

Prediction is difficult, especially about the future

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O blog do Cézar Taurion trouxe ontem uma lista de previsões futurísticas absurdas, que se mostraram MUITO erradas com o passar do tempo. Por isso o título célebre do post, dito por Niels Bohr, um dos inventores do átomo:

  • “Quando a exposição de Paris se encerrar, ninguém mais ouvirá falar em luz elétrica.” (Erasmus Wilson, Universidade de Oxford, 1879)
  • “A televisão não dará certo. As pessoas terão de ficar olhando sua tela, e a família americana média não tem tempo para isso.” (The New York Times, 18 de abril de 1939, na apresentação do protótipo de um aparelho de TV)
  • “A teoria do germe de Louis Pasteur é uma ficção ridícula”. (Pierre Pochet, professor de Fisiologia em Toulouse, 1872)
  • “É completamente impossível a substituição dos nobres órgãos da fala por um insensível e ignóbil metal”. (Considerações de Jean Boillaud, da Academia de Ciência Francesa, sobre o fonólogo de Thomas Edson, 1878)
  • “O cinema será visto por algum tempo apenas como uma curiosidade científica, pois não possui nenhum futuro comercial”. (Auguste Lumiere, 1895, sobre seu próprio invento)
  • “O raio-x é um engano”. (Lord Kelvin, físico líder da Sociedade Científica Real Britânica, 1900)
  • “Eu me recuso a acreditar que um submarino faça algo mais do que mergulhar no mar e sufocar sua tripulação.” (H. G. Wells, escritor britânico, 1902)
  • “O avião é um invento interessante, porém não vi nenhuma aplicação militar nele.” (Marshal Ferdinand Foch, Faculdade de Estratégia da Escola de Guerra Francesa, 1911)
  • “Até julho está fora de moda.” (Variety Magazine, sobre o rock’n roll, março de 1956).
  • “O filme sonoro é um evento recente que irá permanecer apenas por uma temporada.” (American Cinematographer Magazine, 1900)
  • “Não há nenhuma razão para que alguém queira ter um computador em casa.” (Ken Olson, presidente e fundador da Digital Equipament Corp., 1977)
  • “Where a calculator on the ENIAC is equipped with 18.000 vacuum tubes and weighs 30 tons, computers in the future may have only 1.000 vacuum tubes and weigh only 1,5 tons.” (Popular Mechanics, March 1949)
  • “I have traveled the length and breadth of this country and talked with the best people, and I can assure you that data processing is a fad that won’t last out the year.” (The editor in charge of business books for Prentice Hall, 1957)
  • “There is practically no chance communications space satellites will be used to provide better telephone, telegraph, television, or radio service inside the United States.” (T. Craven, FCC Commissioner, in 1961)
  • “Who the hell wants to hear actors talk?” (H. M. Warner, co-founder of Warner Brothers, 1927)

Sensacionais!

    Escrito por Lucas Pretti

    Outubro 6, 2008 em 17:32

    Traulito, periclitante, traulito periclitante

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    Você sabe o que é um traulito?

    Soa ridículo, mas essa é uma dúvida de família. Por anos buscamos o significado dessa palavra. Minha avó, minha mãe, todos usavam o termo “trauletada”. “Se fulano vier aqui, dou uma trauletada nele.” “Ih, olha só, levou uma trauletada.” Descobri há poucos dias que o correto não é trauleta, como sempre ouvi, mas traulito. E, óbvio, o desdobramento é traulitada. Existe mesmo, é um regionalismo pernambucano arraigado à minha família italianíssima. Mestre Houaiss:

    Traulitada

    ■ substantivo feminino
    Regionalismo: Brasil. Uso: informal.
    golpe muito forte; pancada, bordoada, cacetada

    Etimologia
    traulito + -ada

    Sinônimos
    ver sinonímia de paulada

    Outro termo desses que povoaram a infância é “periclitante”. Ouvia com tom de sabedoria, com tom de quem tem e quer mostrar vocabulário rico. “Fulano ficou numa situação periclitante.” Fique eu. Periclitante, hoje sei, quer dizer:

    Periclitante

    Datação
    1877 cf. MS7

    ■ adjetivo de dois gêneros
    que periclita, que se encontra em perigo

    Etimologia
    lat. periclìtans,antis, part.pres. de periclitári ‘experimentar, tentar, ensaiar’; ver perig-

    Escrito por Lucas Pretti

    Julho 28, 2008 em 3:07

    Publicado em Curiosidades

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    Isso ainda vai ser esporte

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    Precisa dizer alguma coisa? Vai ser depois de amanhã (sábado, dia 14), em SP. Veja mais aqui.

    Escrito por Lucas Pretti

    Junho 12, 2008 em 21:23

    24 horas, 4 caras, 10 músicas, 1 CD

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    São nove dias atrasado – uma vergonha perto do que vou escrever neste post -, mas não dava para ignorar. Rolou no dia 29/2 um projeto bacana que a Panela Produtora inventou para se lançar no mercado. Eles provaram ser possível produzir um disco em 24 horas. A intenção marqueteira é claríssima, mas que mal há? Durante todo o dia, internautas puderam acompanhar a produção do álbum – da composição das músicas à masterização – por streaming, pela internet. Deu certo, claro. Mesmo porque ninguém alardearia algo que já não estivesse bem planejado.

    panela500.jpg

    As músicas estão disponíveis para download no site deles, que utiliza ferramentas 2.0 para divulgar a empresa – algo como a agência de publicidade ID\TBWA (relembre neste post). Entre os trabalhos já realizados pela Panela Produtora está a sonorização do Marmitech, podcast sobre comida e comportamento que indiquei aqui.

    Bem, a qualidade das músicas ainda é incógnita, vou baixar para ouvir. Se bem que o objetivo do álbum era mesmo a velocidade dos quatro caras envolvidos e não o compromisso com a arte em si. De qualquer forma, idéia original. E coisas inéditas em tempos de Ctrl+C na web merecem louvor.

    [Foto tirada do Flickr da produtora]

    Escrito por Lucas Pretti

    Março 9, 2008 em 20:32

    Publicado em Curiosidades, Internet, Música

    Tira o pé do chão

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    Agora entendi. Metrô, CPTM, SPTrans e todos os lugares de São Paulo em que a galera se aperta, aperta e depois aperta mais um pouco têm uma serventia: treinar para o Carnaval de Salvador. Neste ano, a “densidade demográfica” da capital baiana teve índice de 6 (6!) pessoas por metro quadrado durante a passagem dos trios elétricos. Na teoria, é impossível se mexer.

    Pesquisando sobre o assunto na internet e fazendo contas, descobri coisas bacanas. Em estatística de 2005 (e de lá pra cá só piorou), a linha Vermelha do Metrô de SP tinha uma média de 8,2 (8,2!) passageiros por metro quadrado em horário de pico. Jogando o índice sobre as medidas do vagão (no site da fabricante Alstom aqui), chegamos ao número de passageiros por viagem por vagão: além de você, se apertam ali mais 245 pessoas. Vou tentar contar amanhã de manhã…

    lotacao1.jpg

    Carnaval em Salvador e o Metrô: semelhanças

    Não sei quem fez, mas encontrei um estudo sobre aglomerações humanas. A conclusão é que, para ter o mínimo de privacidade, um metro quadrado deve ser dividido por no máximo 4 pessoas. É a metade do que rola no Metrô.

    Fora os dias em que alguém te empurra ininterruptamente ou em que as tiazinhas capricham no perfume, dá pra encarar a lotação com alegria. Está provado que, se o motorista cantar um axé e liberarem os vendedores ambulantes, aquilo é o próprio Carnaval.

    [Posts relacionados: Mais solitária que um paulistano e Reclamações 2]

    Escrito por Lucas Pretti

    Fevereiro 7, 2008 em 16:41

    Velocitá!

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    johnny.jpg

    Frase do dia:

    “Boiolone, agiliza, per favore. Eu quero velocitá, velocitá!”

    Quem não viu, é do filme Meu Nome Não é Johnny, que não vale tanto a pena assim assistir. O sempre ótimo Selton Mello perde a cena para o ator Luis Miranda.

    Só uma pergunta sobre o filme. A “tese” final é a de que qualquer pessoa pode ser recuperada. Mas, como? Em manicômios sujos ou cadeias superlotadas como os do filme? Me desculpe a família Estrella, mas nada há de recuperação na vida filmada de João Guilherme.

    Escrito por Lucas Pretti

    Fevereiro 1, 2008 em 14:53

    Publicado em Cinema, Curiosidades

    Você transaria com um robô?

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    Mulher-robo e humana

    A edição da revista Época que ainda está nas bancas traz uma entrevista tão importante quanto perturbadora sobre o futuro de todos nós. O pesquisador escocês David Levy, autor de Love and Sex with Robots, fala sobre nossos futuros parceiros sexuais, os robôs. Olhe a foto ao lado, usada para ilustrar a matéria, e diga quem é a humana. Não dá para saber com toda a certeza. Então… por que não transar com as duas?

    A questão é mais difícil do que parece porque não se trata apenas de extensões de bonecas (os) infláveis. Ali terá textura, temperatura, reações. E o maldito envolvimento humano – o centro da teoria. Seremos, segundo Levy, capazes de amar robôs e entraríamos então no maior dilema ético da humanidade. Transar com robôs é traição? Podemos desligá-los se não quisermos mais?

    Resposta: na foto, o robô é a da esquerda, com traço japonês.

    Os principais trechos da entrevista abaixo (e o link para a matéria completa aqui):

    ÉPOCA – Por que as pessoas se apaixonariam e fariam sexo com robôs?
    David Levy
    – A curiosidade é um grande motivo, mas o principal é a solidão. Há milhões de pessoas solitárias no mundo porque são tímidas, têm uma personalidade difícil ou não obedecem a padrões estéticos… Elas poderiam ser muito mais felizes se tivessem alguém para amar e para amá-las. Quando o assunto é sexo, os robôs seriam ainda mais especiais para dar prazer físico do que essas bonecas sexuais que já são vendidas. Eles serão capazes de falar, mover os braços, as pernas. Terão emoções artificiais.

    ÉPOCA – É possível nos apaixonarmos por máquinas?
    Levy
    – Hoje, as pessoas já se apegam a bens materiais e isso se estende a computadores e outros aparelhos eletrônicos. Esse fenômeno, notado por psicólogos nos últimos 20 anos, veio junto com tecnologias que se tornaram imprescindíveis. Esses equipamentos têm um significado especial para nós porque os escolhemos, personalizamos, levamos para muitos lugares. Você vê pessoas lustrando o carro em uma manhã de domingo porque para elas o automóvel é a coisa mais importante da vida. Por que um robô que pode falar com você não seria? O Tamagotchi, aquele bichinho virtual, é um exemplo muito interessante de como é possível nos apegarmos a robôs.

    (…)

    ÉPOCA – E a atração sexual? Os feromônios, substâncias químicas liberadas pelo organismo para atrair o sexo oposto, não têm um papel fundamental?
    Levy
    – Há muitas empresas que estão desenvolvendo odores artificiais. No futuro, será possível imprimir uma mensagem que alguém lhe enviou com cheiro. Um cartucho, semelhante aos de tinta usadas em impressoras, misturará substâncias e criará vários odores. Os robôs usarão esse mesmo tipo de tecnologia e serão capazes de criar feromônios e cheiros atrativos.

    ÉPOCA – O sexo com robôs terá a mesma qualidade do feito com os humanos?
    Levy
    – Os robôs serão ainda melhores porque nós poderemos programá-los com todos os manuais e guias sexuais que já foram escritos. Os robôs serão os melhores amantes do mundo. Será muito difícil psicologicamente para o homem fazer amor com uma mulher quando ele souber que ela já teve a mais fantástica experiência sexual com um robô. Ele ficará preocupado com sua performance, e isso poderá afetá-lo.

    Escrito por Lucas Pretti

    Dezembro 21, 2007 em 4:36

    Natal do Brasil

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    Natal do Brasil na Fiesp

    O prédio da Fiesp, na av. Paulista, em SP, inaugurou esses dias a decoração de Natal, com um tema transgressor, e por isso delicioso de ver e debater. O “Natal do Brasil”.

    Não temos por aqui nenhuma das características climáticas e culturais dos países de que importamos a cultura do Papai Noel, presentes etc. É calor, tudo colorido, não ligamos lareiras nem usamos meias grossas nessa época do ano. Além de os pinheiros em formato de cone não estarem na flora natural brasileira e mal sabermos quem é São Nicolau, o tal Santa Claus. E daí? Fazemos tudo como nos ensinaram.

    Isso não é um manifesto anti-americano nem nada do gênero. Apenas uma reflexão provocada pela Fiesp e argumentada no próprio prédio com um poema do português João Cabral do Nascimento, que retirei do Instituto Camões:

    Natal Africano

    Não há pinheiros nem há neve,
    Nada do que é convencional,
    Nada daquilo que se escreve
    Ou que se diz… Mas é Natal.

    Que ar abafado! A chuva banha
    A terra, morna e vertical.
    Plantas da flora mais estranha,
    Aves da fauna tropical.

    Nem luz, nem cores, nem lembranças
    Da hora única e imortal.
    Somente o riso das crianças
    Que em toda a parte é sempre igual.

    Não há pastores nem ovelhas,
    Nada do que é tradicional.
    As orações, porém, são velhas
    E a noite é Noite de Natal.

    Notícias relacionadas publicadas hoje:

    - Google vai ajudar a rastrear Papai Noel na noite da Natal (via Blue Bus)

    - Banksy inaugura ‘gueto’ do Papai Noel em Belém (da BBC)

    Escrito por Lucas Pretti

    Dezembro 5, 2007 em 1:30

    Googleplex

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    Voltei há pouco de um lugar de onde nunca deveria ter saído. Ou entrado. O Googleplex, sede do Google Brasil em São Paulo, na av. Faria Lima (veja onde no Google Maps), só tem o tamanho diferente do que eu imaginava (é menor), mas o resto é o que eu esperava da maior empresa de internet do mundo e a pioneira em criar um ambiente jovem, livre, 2.0, wiki, mutante, personalizável para os funcionários. São 200 os felizardos que trabalham ali. Eram 4 há 3 anos.

    Na festa de final de ano para a imprensa teve bebida à vontade, comidinhas, sinuca, videogame e contatos com colegas. Mas descolei um passeio pela empresa e visitei (ouçam bem) a sala de massagem, a de descanso (com rede, sofá, sessões de cinema), a de convivência (com videogame, sinuca) e a de trabalho (ah, que não parecia de trabalho). Abaixo, as fotos de onde eu nunca deveria ter entrado (e mais abaixo um vídeo sobre o Googleplex Brasil, o “escritório do futuro”):


    Quer trabalhar aqui? Vagas disponíveis no Brasil neste link.

    Escrito por Lucas Pretti

    Novembro 29, 2007 em 3:43

    Publicado em Curiosidades, Foto, Internet

    Post de m…

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    Soube da Revista M… pelo Querido Leitor. Fiquei bem impressionado com o site (apesar de pesado – mas pelo menos com o contéudo aberto) e curioso para comprar em alguma das bancas conveniadas em SP. É uma revista semi-alternativa produzida pela agência WDM, com pautas moderninhas e muito bem boladas. O destaque deste mês, por exemplo, é “o homem por trás da Lacraia”. Além dos nomes “temáticos” das seções – Merda no ventilador, Experiência pós-Merda, Ombudsmerda, Merda afora -, do blog Humor Marrom e da incrível campanha “Eu faço merda”.

    Falando em merda, me lembrei do episódio de stand-up comedy Seo Merda e Esposa, com Grace Gianoukas e Marcelo Mansfield, do Terça Insana. Vídeo abaixo:

    Escrito por Lucas Pretti

    Novembro 1, 2007 em 15:45

    Publicado em Achados, Curiosidades, Internet

    Uma foto

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    Antena da Gazeta “dentro” do Edifício CYK, na Avenida Paulista, em São Paulo. Aliás, CYK é a sigla de Comendador Yerchanik Kissajikian.

    Foto tirada de celular por mim na noite de 27/10/07.

    Escrito por Lucas Pretti

    Outubro 28, 2007 em 21:03

    Publicado em Curiosidades, Foto

    Quero ter 150 amigos

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    Você sabia que até pouco tempo o Windows Live Messenger suportava 150 amigos no máximo.

    Eu descobri em 2004, quando uma amiga, Juliana, dividiu seu dilema. Havia cadastrado 150 pessoas no comunicador – e queria mais. Seria obrigada a escolher as pessoas com que gostaria de se manter em contato. Uma seleção de amigos. Quais os melhores? “Com aqueles eu não falo mais.” Excluir ex-chefe pode?

    Juliana acabou por escrever um livro interno de memórias e reviveu momentos de sua vida que estavam escondidos. Parou para pensar em cada um dos amigos, riu sozinha com algumas memórias – e imediatamente excluiu alguns contatos ao lembrar de outras. No fim, percebeu que amigos mesmo, só tinha alguns poucos. Mas diversos candidatos.

    Hoje o Messenger não tem limite, acho. Eu tenho 225 cadastrados, divididos em pastinhas.

    Sim, sou cartesiano.

    Escrito por Lucas Pretti

    Outubro 19, 2007 em 13:34

    Publicado em Curiosidades