Cubo Mágico

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Archive for the ‘Balada’ Category

meio meio século

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Hoje:

Escrito por Lucas Pretti

Setembro 30, 2008 em 2:00

Publicado em Balada, Dia-a-dia

A violenta Parada Gay e duas ‘primeiras vezes’

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É um post egotrip, aviso já, apesar de ter um servicinho no final. Se não quiser, pule para o próximo do feed ou role o cursor.

Duas “primeiras vezes” rolaram neste domingo, 25. Fui assaltado (a 1ª) na Parada Gay de São Paulo (a 2ª). Nunca tinha ido ao maior evento GLBT do mundo, e como neste ano o recorde de público seria batido de novo (como foi – 3,5 milhões de pessoas), encarei. Chamei namorada, amigos. Fiquei pouco tempo porque iria trabalhar logo depois, no meio da tarde. Mas foi tempo suficiente para levarem a carteira da mochila, com míseros R$ 2 em moedas e toda uma vida de documentos. A Parada deste ano foi uma das mais violentas, inclusive com atropelamento e amputação de perna. Nada mais normal em multidões, convenhamos.

O que vale disso tudo é a internet, nossa pastora, que nada nos deiaxará faltar. No domingo mesmo, duas horas depois do furto, estava tudo solicitado – Boletim de Ocorrência, RG, CPF, Carteira de Habilitação, cartões de crédito e débito cancelados, carteirinha do Sesc, carteirinha de estudante da UMES, carteirinha da Amil. Caso algum dia precise, veja como fazer com cada documento:

  • RG – no site do Poupatempo (link direto aqui)
  • CPF – nos Correios ou Banco do Brasil (link direto aqui)
  • BO eletrônico – site da SSP (link direto aqui)
  • Carteira de habilitação – site do Detran (link direto aqui)
  • Banco – por telefone (o Fone Fácil Bradesco é 4002-0022 – mas cuidado, a ligação não é gratuita!)
  • UMES – por e-mail no site (aqui)
  • Sesc – por e-mail no site (aqui)

Bem, a carteira da Colatto, presente da minha irmã, também se foi. Essa eu não achei na internet. = ]

Só uma última observação. Apesar da violência, fiquei impressionado com a quantidade de famílias e casais héteros na Parada. É um carnavalzão fora de época, com a mesma quantidade de pegação da festa de fevereiro em Salvador, por exemplo; normal, portanto, apesar de algumas bizarrices. As palavras são diversidade, convivência, tolerância. Isso eu vi de monte.

[Post relacionado: No fim do ano, o futuro]

Escrito por Lucas Pretti

Maio 26, 2008 em 2:35

Ela desobedeceu

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Uma boa amiga está se aventurando por Paris já há um ano e meio. Ela fez um vídeo (que não é vídeo, mas seqüência de fotos) e enviou aos amigos meio como cartão postal meio como um grito isolado de “eu ainda existo”. Veja a mensagem e um pouco de como é viver na França de Sarkozy e Carla Bruni.

gente!!

Eu que tenho muito tempo livre, auto estima e ego suficientes pra fazer um filme sobre mim mesma, o fiz!! Ou seria fiz-lo…o frances acaba com o portugues!

entao como nao tenho vergonha na cara suficiente, mando ele pra vocês..

é meu primeiro video, logo nao façam jugamentos sobre efeitos, angulos e afins…a musica é uma musica que ouvia muito aqui ano passado numa época maldita em que dirigia um “honda tanque” o qual bati incontaveis vezes… O titulo se refere a primeira foto onde esta escrito: Cuidado, Ciclistas descida a pé obrigatoria. 13 graus de inclinacao..eu desobedeci..Alias tento desobedecer ou aplicar a minha lei maxima de: “Primeiro faz e e depois pede permissao” no Brasil da certo aqui a historia é outra!! mas tai o video, sao imagens que vi e pessoas que conheci e que alguma maneira me ajudaram a ser mais eu!

Tenho saudades de vocês!

Mas sou feliz!

Se quiser, escreva para a Patrícia aqui.

Aliás, seguem três imagens de lugares turísticos de Paris retiradas do Google Maps.

• Torre Eiffel – aqui

Torre Eiffel

• Moulin Rouge – aqui

Moulin Rouge

• Arco do Triunfo – aqui

Arco do Triunfo

Escrito por Lucas Pretti

Janeiro 31, 2008 em 15:04

Publicado em Balada, Urbanidades

Encontros cívico-etílicos

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Na ânsia por escapar da solidão paulistana – e aproveitar Pasárgada como em outros tempos -, fiz talvez o melhor roteiro que se possa esperar de Rio Preto, no interior de SP. Três dias, um bar por dia, um dia por bar.

Bar da Esquina – Para conjugar o verbo botecar. Ambiente construído para lembrar os “bares de antigamente”, com fotos e propagandas antigas nas paredes, camisas velhas de times de futebol, azulejos, peças de madeira, tudo numa esquina do Centro. A casa é, na verdade, um dos três empreendimentos de um trio de publicitários rio-pretenses, com o conceito de boteco chique mesmo – fecha tarde, serve tira-gostos (fomos de tremoço), porções (escolhemos bolinhos de cambotian com carne seca) e os garçons chamam pelo nome. Música ao vivo. Fica perto da antiga sede do jornal em que trabalhávamos, e por isso guarda lembranças históricas, como a que mostra a foto. Os freqüentadores assíduos ganhavam um “ponto” para “bater” toda vez que foram. No dia em “abrimos” essa ficha, lá pelos idos de 2005, ficamos das 17h às 2h30.

Armazém da Música – Minha estréia neste armazém foi regada com a boa música do grupo Trio Gato com Fome, paulistano, de choro e samba-raiz do bom. Memórias de imprensa e relatos de viagens, experiências sexuais e algumas críticas às roupas e trejeitos dos outros freqüentadores. Ou seja, uma mesa de amigos. O bar reúne pessoal da antiga, adultos, com meia-luz e boas doses de cerveja gelada. Nem o temporal lá pela 1h desanimou quem assistia ao show. A pedida foi tábua de queijos e azeitonas e algumas várias muitas Skols.

Vila Dionísio – O tradicional pub com inspiração européia se mantém no auge há anos. Foca no público descolado e moderninho da região, além de fãs de cerveja/chopp (o menu-degustação, com 7 chopps de diferentes origens, custa só R$ 15), drinks originais e ferveção. O problema é que a muvuca e o cheiro de cigarro pós-balada continuam iguais. Como ainda estamos na casa dos 20 anos, isso pouco nos incomoda. Não tem como não beber um helado (caipirinha gigante de cerveja com borda de sal e limão) e não se divertir com o mictório cheio de gelo. Dessa vez experimentamos uma novidade alemã, a cerveja Franziskaner (sabor amargo com malte bem característico). Ouvimos rock dos anos 50.

Podia ser que ainda fôssemos à Cachaçaria Água Doce logo mais neste domingo.

Quem estiver de bobeira pelo Norte paulista pode se guiar por estas duas reportagens, publicadas por gente da gente no Diário da Região:

Diário traz lista de novos bares e botecos de Rio Preto – por Andrea Inocente e Ariana Pereira

Bares de Rio Preto mantêm tradição boêmia – por este humilde blogueiro

Escrito por Lucas Pretti

Novembro 4, 2007 em 20:45

Publicado em Balada, Dia-a-dia

Balada barata

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Faltam oficialmente quatro meses, e boa parte de São Paulo já respira Carnaval. A foto ao lado é do ensaio do GRSES Unidos de Vila Maria, em setembro, quando foi escolhido o samba-enredo do ano que vem (o tema é o centenário da imigração japonesa – marqueteiro, ok, mas quem não é?).

Umas 500 pessoas estavam na quadra da escola, uma das maiores da cidade. Com o samba escolhido, o pessoal passa a ensaiar três vezes por semana. Isso porque as fantasias já estão desenhadas, vendidas (paguei R$ 270 na minha, de samurai, na ala Confraria) e sendo produzidas.

Além do desfile em si e da festa durante o Carnaval, o ensaio das escolas de samba se tornou uma opção de balada barata em São Paulo. Custa R$ 5 para entrar, nada para estacionar o carro (com segurança) e R$ 2,50 a latinha de cerveja, numa noite de pelo menos seis horas em que ir de bermuda/shortinho é regra.

Eu vô.

Escrito por Lucas Pretti

Outubro 23, 2007 em 2:59

Publicado em Balada, Carnaval